quinta-feira, 26 de março de 2009

Poesia


Imaginem a cena:
Estou a trabalhar, com a porta do gabinete escancarada, e entra o Director Geral (espanhol, convém recordar porque é relevante para a estória): "Quando fui comprar o jornal esta manhã, trazia um brinde. Como ainda não me sinto apto a ler um livro em Português, ainda para mais de poesia, pensei imediatamente: já sei, vou dá-lo à "minha Actuária" (assim me chama habitualmente). Aqui o tens, ofereço-to com muito gosto!"
Agradeci, derretida.

Não perguntem qual é, não interessa. Mesmo que detestasse o autor, este livro terá sempre um lugar especial nas minhaS estanteS...

(e já é a segunda vez esta semana, que a saudade se insinua, devagarinho, como a avisar que não vão ser "favas contadas"...)

4 comentários:

  1. Oh sim, deve ser cá uma saudade dos Sábados de sol passados a calcular budgets... :-D

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  2. E as fotos?!? Esta Mulher está uma máquina! :)

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  3. contadas não, mas vão são ser favas plantadas, de raízes que ficam dentro.

    cá fora,
    sol, amigos, família, luz!

    :o)

    xX

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