Imaginem a cena:
Estou a trabalhar, com a porta do gabinete escancarada, e entra o Director Geral (espanhol, convém recordar porque é relevante para a estória): "Quando fui comprar o jornal esta manhã, trazia um brinde. Como ainda não me sinto apto a ler um livro em Português, ainda para mais de poesia, pensei imediatamente: já sei, vou dá-lo à "minha Actuária" (assim me chama habitualmente). Aqui o tens, ofereço-to com muito gosto!"
Agradeci, derretida.
Não perguntem qual é, não interessa. Mesmo que detestasse o autor, este livro terá sempre um lugar especial nas minhaS estanteS...
(e já é a segunda vez esta semana, que a saudade se insinua, devagarinho, como a avisar que não vão ser "favas contadas"...)
Ai, ai, ai, ai, ai...
ResponderEliminarOh sim, deve ser cá uma saudade dos Sábados de sol passados a calcular budgets... :-D
ResponderEliminarE as fotos?!? Esta Mulher está uma máquina! :)
ResponderEliminarcontadas não, mas vão são ser favas plantadas, de raízes que ficam dentro.
ResponderEliminarcá fora,
sol, amigos, família, luz!
:o)
xX